______Versão on-line do zine Canibal Vegetariano______

Somos loucos apaixonados por rock, buscando sempre divulgá-lo de forma independente, sem jabá e amarras.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Programa A HORA DO CANIBAL entregará dois CDs da banda Instiga



O programa A HORA DO CANIBAL entregará a seus ouvintes dois CD's da banda campineira Instiga. O guitarrista e vocalista da banda, Christian Camilo, ouvinte assíduo do programa, entregou dois CD's: Menino Canta Menina e Tenho Uma Banda, respectivamente segundo e terceiro discos do grupo para distribuir aos ouvintes.
Para concorrer, basta o ouvinte enviar e-mail para nkrock@hotmail.com (limitado a 3 por pessoa, ou seja, 3 palpites) respondendo quem será o campeão da Copa 2010 na África do Sul. Os e-mails com os palpites podem ser enviados até 10 de julho. Em caso de mais de uma pessoa acertar o campeão, a data e o horário em que o e-mail foi enviado será o critério de desempate. Então, quanto antes mandar seus palpites mais chances de ganhar dois ótimos álbuns de rock.
É importante que o ouvinte envie nome completo e endereço, pois o vencedor receberá o prêmio em sua residência, em qualquer lugar do planeta Terra.

Foto montagem por Boss

domingo, 23 de maio de 2010

Mudhoney: 'Dinossauros do grunge'

A noite prometia ser fria em parte do Estado de São Paulo durante a noite de sábado, 22, e madrugada de domingo, 23. Mas para quem gosta de rock, a noite e madrugada acabou sendo quente, muito quente. Para as datas citadas acima, estava prevista a edição estadual da Virada Cultural, que acontece em vários municípios ao mesmo tempo e em Mogi das Cruzes, município da Grande São Paulo, dois grandes shows de rock estavam previstos para acontecer. Primeiro seria a banda Autoramas, que atualmente excursiona divulgando o álbum desplugado, lançado no final do ano passado, e uma das bandas mais legais a surgir no final dos anos 80, do século XX, Mudhoney.
E para variar, nós do blog/zine Canibal Vegetariano assim que soubessemos que a Mudhoney estaria presente a este evento, começamos a preparar nossa viagem. Junto com mais três camaradas, no início da noite de sábado, nos deslocamos de ônibus até a capital paulista e em seguida seguimos até Mogi. O local dos shows era próximo a rodoviária, sendo assim a caminhada foi rápida. Ao lado do palco montado para a Virada Cultural, acontecia paralelamente uma festa religiosa.


Gabriel Thomas e Flavinha agitando Mogi das Cruzes

Assim como muitos roqueiros que estavam na expectativa de ver Autoramas e Mudhoney, aproveitamos para comer e beber na festa. Devido a superlotação do local, desistimos da ideia e fomos ficar grudados na grade que separava o público do palco. Assim que encostamos, percebemos que a distância entre o público e as bandas era enorme e poderia ocorrer alguns problemas.


Gabriel e sua tradicional guitarra Telecaster. Em parte do show ele tocou violão devido a divulgação do álbum desplugado


Pontualmente às 22h30, a Autoramas sobe ao palco, e com guitarra limpa e baixo distorcido, característica da banda, eles começaram a desfilar uma sequência sensacional de grandes canções. Quando o show chegava a metade, eles trocaram os intrumentos elétricos e apanharam violão e baixolão e começaram a executar várias canções do álbum "MTV apresenta Autoramas deslugado". O público estava a fim de agito e cantou e pulou ao ritmo da banda. As canções que mais se destacaram foram "Você sabe", "Fale mal de mim" e "Ex-amigo". A banda que recebia toda a empolgação da galera também estava empolgada e Gabriel, vocal e guitarra, agitava e mexia com os presentes, assim como Flávia, baixo e backing vocal, que também não parava. Em uma das músicas, Bacalhau, baterista, deixou seu instrumento e foi até a frente do palco, chutando e socando o ar. A galera foi ao delírio. Após um excelente show, pausa para recuperar o fôlego e aguardar a Mudhoney.


Empurra empurra e má organização


Como citamos acima, a distância da grade que separava o público do palco era enorme, e assim que se aproximava a hora da Mudhoney o pessoal do fundo começou a prensar a galera que estava a frente. O enorme espaço entre plateia e palco era justificado como espaço reservado à imprensa, mas podemos notar que havia muitos "bicões".


Mark Arm (vocal e guitarra) ficou indignado com a distância entre público e palco

Poucos minutos após a 0h, sobe ao palco uma das bandas mais importantes da história do rock e uma das pioneiras do denominado estilo grunge, Mudhoney. Muita gente foi ao delírio quando notou Mark Arm, Steve Turner, Dan Peters e Guy Maddison, acertando os últimos detalhes para o que prometia ser um grande show.
E assim que terminou a primeira música, o vocalista Mark Arm reclamou da distância que o público estava do palco. Parte do pessoal que estava furioso com o espaço vazio, começou a pular a grade. Foi necessário reforço na segurança, com guardas municipais e policiais militares. Mesmo assim, durante todo o show, muita gente foi arremessada a este espaço, sendo todos detidos pelos guardas.


Esta foi a quarta vez que a banda Mudhoney se apresentou no Brasil

Problemas a parte, a Mudhoney fez um grande show e mandou ver no que há melhor em seu repertório construído ao longo de mais de 20 anos. Mesmo não sendo mais jovem, o vocal Mark Arm, que em parte do show também tocou guitarra, mostrou que é um grande performer, com muito carisma e amor pela música. A galera presente agitava e cantava todas as canções.
Após mais de uma hora de muito rock, os caras despediram-se do público, com Mark Arm falando algumas palavras em português. O público, ensandecido e ainda não satisfeito, pede bis e a banda, que pela quarta vez se apresentava no Brasil, atende e manda mais alguns rocks alucinantes, esquentado ainda mais a fria madrugada. Por volta da 1h30, a banda definitivamente deixa o palco.


O show durou cerca de uma hora e meia. A banda tocou todos os clássicos deixando o público feliz ao final da apresentação

A nós, só nos restava risos e abraços pois acabaramos de ver dois grandes shows de rock, com tudo que um show pode prometer. Assim que a apresentação chegou ao final, o pessoal começou a dispersar, muitos voltando para suas casas, mas como nós tinhamos um tempo para "queimar", pois fomos de ônibus, ficamos andando a esmo. Quando nos aproximavamos da saída, vimos uma aglomeração de pessoas e ouvimos um som. Fomos ver o que acontecia, vimos que a banda sorocabana Ini, estava se apresentado de maneira totalmente independente. Eles não estavam na programação, mas como carregam um gerador de energia, eles plugaram seus instrumentos e mandaram ver no rock. Infelizmente só conseguimos ouvir 3 músicas. Neste meio tempo, encontramos o baixista da banda Espamos do Braço Mecânico, Fukuda, que curtia o som e a atitude dos sorocabanos.


A banda de Sorocaba não estava agendada, mas de acordo com o público presente, fez um grande show de rock. Os instrumentos foram ligados em um gerador que a banda carrega

E assim terminava nossa viagem à Mogi. Antes de voltar para casa, uma pausa para o lanche. Quando o frio começava a incomodar e a neblina a esconder os edifícios, fomos tomar um chocolate quente, que além de esquentar e espantar o sono, deixou parte da galera insana!! O que será que botaram naquele chocolate?

CRÉDITO DAS FOTOS: Zine Canibal Vegetariano

Programa Valvulado: Rock, skate e Leptospirose

Foto: Porkão

No início desta semana recebemos o comunicado de que o programa Valvulado, que é apresentado por Daniel ETE, baixista das bandas Muzzarellas e Drákula, estava disponível no Youtube. O programa é voltado para apresentação de bandas de rock e no atual, Daniel prestou uma homenagem a banda bragantina Leptospirose.
Como sempre, o programa está animalesco e quem curte um bom rock "pauleira" e dicas de bandas, não pode deixar de assistir as duas partes de Valvulado. Abaixo segue a sinopse: Na primeira parte, ETE fala sobre a Leptospirose. "Eles são 'foderosos', animalescos, eles queimam o seu ampli e quebram o seu dente, 'LEPTOSPIROSE', confiram trechos do show da banda de Bragança Paulista no Festival Auto Rock - 2008". Este show foi realizado na Estação Cultura - Campinas - SP. Nós do blog/zine Canibal Vegetariano conferimos essa apresentação e afirmamos que foi monstro!!!! Showzaço de rock!!!! Ainda nesta primeira parte, tem a estreia do novo integrante no programa, Ney, o satã, que dá a dica de som: "Rich Kids on LSD".
Na segunda parte tem matéria sobre um campeonato de skate especial, o "Old School Skate Jan" (agosto de 2008 - Guaratinguetá - SP) é uma versão do "Lendas do Skate", um campeonato Master (30 anos de idade em diante) que ocorre na histórica pista do Itaguará Country Clube, palco do primeiro campeonato brasileiro de skate em 1982, e visa reunir os atletas que fizeram história e continuam praticando o esporte. Ney, o satanzinho camarada dá uma dica de quadrinhos: "Vida Louca" do espanhol "Jaime Martin".

Para conferir o vídeo, que é sensacional, acesse: http://www.youtube.com/watch?v=SPhcFdREu-c

terça-feira, 18 de maio de 2010

Krias de Kafka: Rock literário e viajante

A banda Krias de Kafka está na estrada há alguns anos e já lançou dois EPs de material próprio. Atualmente, eles estão preparando novas canções para o lançamento de mais um EP. A banda, oriunda de Santo André, é formada por Otto Coelho (bateria), André Linardi (guitarra), Hector F. Alves (baixo), Lucas Campos (teclados e guitarra) e Mateus Novaes (vocal). Para saber um pouco mais sobre o trabalho da banda, confira a entrevista que eles concederam ao zine/blog Canibal Vegetariano.


A banda atualmente deu um tempo nas apresentações ao vivo para preparar novas composições

Canibal Vegetariano: Para começarmos, desde quando vocês estão juntos? Houve mudança na formação e qual o significado do nome "Krias de Kafka? Tem alguma influência do escritor Franz Kafka?
Krias de Kafka: Direta e indiretamente. Não há uma preocupação em manter uma linha “literária” na hora de escrever. A técnica é meio visceral. O “Krias de Kafka” é mais pelo universo dele, cheio de incertezas e burocracias. Na verdade a ideia é sermos personagens dele e não sermos ele, e talvez sejamos realmente.

CV: Se há influência do escritor no nome, na hora de escrever vocês tem influências de livros e outros autores? Qual a importância da literatura para vocês?
KK:
A literatura nos acompanha de forma prazerosa, curtimos o que lemos e logo isso nos influencia assim como filmes, músicas, piadas, garotas, álcool e outras coisas.


Com influências de literatura, Jovem Guarda e diversas vertentes do rock, a banda faz um som original

CV: As influências de vocês são diversificadas. Em um show que acompanhei da banda, o vocalista Mateus, estava com uma camiseta do Roberto Carlos, o "Rei". Vocês tem influências dele ou de outros grupos e cantores da Jovem Guarda? Ou a camiseta era uma curtição?
KK:
Do rei e do tremendão principalmente e do despojamento da Jovem Guarda um pouco. Mais o som do que a ideia. Acho que eles fizeram um belo contraponto a alguns artistas que sempre se levaram a sério demais.

CV: Desde que estão juntos, vocês lançaram um EP em 2008. Há outros registros fora este? Quando vocês pretendem lançar um álbum ou outro EP?
KK:
A banda começou em 2004 desde então lançamos um Ep chamado “Ideograma Pop” em 2006 e esse Ep em 2008. Nesse exato momento estamos fazendo a produção de 4 músicas que pretendemos lançar ainda nesse semestre. A ideia é lançar além dessas 4, mais 8 músicas até o final do ano, sempre no formato de EP.


A banda em uma de suas apresentações ao vivo

CV: Shows. Como está a agenda da banda? Qual o local mais louco que já tocaram e, vamos assim dizer, a maior roubada? E quais as dificuldades que enfrentaram para continuar com a banda?
KK:
Agora que estamos gravando paramos um pouco de procurar shows para manter o foco nas músicas, sentimos necessidade de termos esse EP pronto para voltarmos a rotina de shows. O local mais louco foi nosso último show, quando tocamos no Sub Bar em Paranapiacaba no dia 17 de abril, o lugar parece uma caverna e tem uma acústica natural fantástica onde tudo vira uma massa de energia muito rapidamente. Já a maior roubada, de tantas, foi quando fomos tocar em Mauá e assim que chegamos lá percebemos que era um evento de hip-hop, um daqueles mal entendidos clássicos. Como já estávamos lá resolvemos tocar para ver o que aconteceria mas por um problema técnico essa histórica apresentação não aconteceu.Temos as dificuldades que toda banda independente de verdade tem, como dinheiro, lugar pra tocar, divulgação, etc... mas não ligamos para nenhuma delas.

CV: A banda é de Santo André. Quando falamos da cidade, muita gente lembra em carecas do ABC e bandas punks dos anos 80. Como é a cena local atual? Há bastante espaço para o som da Krias?
KK:
A cena punk continua forte no ABC, talvez não tão centralizada como era antes mas as bandas ainda conseguem manter uma boa rotatividade. Chegamos a tocar com algumas bandas punks principalmente por causa dos nossos camaradas do Sentimento Carpete que participam mais dessa cena, mas nosso caminho é outro e no ABC é lamentável a falta de espaço para bandas do nosso estilo, cada show que arranjamos por aqui é depois de muita canseira.


Assim como as bandas do interior, a Krias de Kafka tem dificuldade para encontrar locais para se apresentar

CV: Qual a opinião de vocês sobre a cena independente atual? O que pode melhorar e como fazer para melhorar? Como vocês divulgam o trabalho da banda?
KK:
A cena independente atual é um conjunto de várias pequenas cenas e a questão é a organização disso principalmente através da inevitável Internet e isso eu vejo acontecer, as bandas se juntando e assim fazendo reverberar seu som de uma maneira mais efetiva, a partir daí é a qualidade de cada um que deve fazer a diferença.Nosso esquema de divulgação são os já manjados myspace, fotolog, orkut, twitter e toda aquela rotina de fazer contatos com outras bandas para manter a coisa funcionando.

CV: É isso galera, agradeço pela entrevista e deixo o espaço para considerações finais.
KK:
Opa! Nós que agradecemos, agora é só ficar no aguardo do novo EP e continuar fazendo shows cada vez mais alucinantes. Grande abraço dos Krias e dá-lhe Canibal!

Para ouvir o som da Krias de Kafka, acesse o myspace da banda: http://www.myspace.com/kriasdekafka

Todas as fotos são de arquivo pessoal da banda

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Sol, chuva, frio, calor, suor, rock'n'roll...

A manhã do último dia 8, data do 2º Viva a Independência, começou com sol, mas, durante a manhã, o dia ficou nublado e uma forte chuva caiu sobre o bairro Dr. Pimenta (Cecap), em Itatiba, onde está situado o Bar do Celso, local onde as 4 bandas, Erga, Keps, Olho de Cadáver e Espasmos do Braço Mecânico se apresentariam. Chuva é boa e necessária, mas em dia de evento pode atrapalhar... mas para a alegria da galera rock, isso não aconteceu.


Galera presente ao festival aguardando o início das apresentações

Durante a manhã, houve a correria básica para o acerto dos últimos detalhes e o tradicional vai e vem atrás de equipamentos. Às 14h30, a galera já começava a tomar conta do local, equipamentos chegando e sendo postos em seus lugares. O evento estava previsto para as 15h, mas devido há pequenos contratempos, houve atraso em uma hora. Às 16h a banda itatibense Erga começa a emitir os primeiros sons e a galera junta-se próxima a banda para o início da "maratona" rock.
Em 45 minutos os itatibenses apresentaram seu repertório de músicas próprias e um rock calcado no chamado alternativo. A Erga formada por Leandro (guitarra e vocal), André (baixo) e Rafael (bateria), empolgou a galera presente com seus riffs de guitarra limpíssimos, com poucos efeitos e muita competência, mostrando que o público está cada vez mais interessado em conhecer novas bandas, principalmente as que apresentam material próprio. O sucesso da banda foi tanto durante o show, que assim que ele foi encerrado, um grande número de pessoas cercou os integrantes para poder adquirir o single que estava sendo vendido, esgotando rapidamente suas cópias.


A abertura do evento ficou por conta dos itatibenses da Erga

Assim que encerrou a apresentação da Erga, a segunda banda, Keps, que vinha de Guarulhos, havia acabo de chegar ao local da apresentação. Eles não conseguiram chegar antes devido ao intenso trânsito na Rodovia Fernão Dias. Sem perder tempo, Joey (guitarra e vocal), Klebinho (baixo) e Will (bateria), rapidamente montaram seus equipamentos e dispararam as canções dos dois EPs lançados pelo trio, além de outras que devem fazer parte do álbum que estão preparando. Com um som com forte influência de grunge, rapidamente a galera começou a agitar ao som da Keps, que deixou muita gente com sorriso de satisfação no rosto. A banda, sem dúvida, fez uma grande apresentação. Ao final do show, eles também foram cercados por parte do público que adquiriu CDs e camisetas. Os caras não puderam conferir as outras bandas, pois eles se apresentariam em Bauru no final da noite. Mas segundo declarações do trio, eles pretendem voltar à Itatiba, pois curtiram a recepção que obtiveram no município.


A banda veio de Guarulhos. Assim que encerrou seu show, os caras 'correram' para Bauru

Com o público ficando cada vez mais quente, era chegada a hora dos punks itatibenses da Olho de Cadáver. Formada por Nato (vocal), Valmir (guitarra e backing vocal), Denis (baixo) e "Fedo" (bateria), os caras não perderam tempo e mandaram ver em suas músicas de protesto, como todo bom e velho punk é, e fez com que o público presente abrisse, ao menos tentou várias vezes, abrir rodas de pogo. Mesmo assim, a diversão foi garantida e a banda mostrou que está no caminho certo, com muita humildade e boas músicas, eles tem tudo para irem muito além.


A Olho de Cadáver apresentado seu punk-rock ao público

A noite já havia chegado para a festa também, e pontualmente às 19h, a banda Espasmos do Braço Mecânico, oriunda de São Bernardo do Campo, começou sua apresentação. Com influências diversas, o trio formado por Fukuda (baixo e vocal), Rafael (guitarra e vocal) e Rodrigo (bateria), mandou ver em suas canções próprias, que podem ser conferidas no primeiro EP lançado por eles, e fez com que a galera se juntasse próximo a eles para conferirem uma grande apresentação de rock. E quem estava no bar aproveitou para dar a última agitada da noite, pois às 20h o som teria que ser encerrado, para que a vizinhança não ficasse incomodada e acionasse a PM. Ao final da apresentação, Fukuda, distribui CDs e adesivos para galera.


A banda Espasmos do Braço Mecânico, de São Bernardo do Campo, encerrou a 2ª edição do festival

E assim foi encerrada a 2ª edição do Viva a Independência. Mais uma vez houve respeito em relação aos horários, entre o público, que com certeza divertiu-se bastante. E vale destacar a cooperação entre as bandas, pois a Erga disponibilizou caixa para guitarra, microfone, ampli para baixo e algumas ferragens para bateria. A Olho de Cadáver disponibizou pedestais, caixa de voz e microfone. Duas bandas que se apresentaram na 1ª edição, Mão de Vaca e Bebers Operários disponibilizaram bateria e alguns acessórios e a Barco Bêbado cedeu microfone, pedestal e caixa de voz, mostrando que o pessoal está a fim que eventos ligados ao rock independente aconteçam com mais frequência em Itatiba e que seja possível realizar o intercâmbio com bandas de outras cidades para o fomento de uma possível cena.
Aproveitando, temos que agradecer a iniciativa do Celso em abrir esse espaço tão importante para que jovens, adultos e crianças, que amam o rock, consigam passar horas agradáveis na companhia de amigos ouvindo novas bandas. Os agradecimentos se estendem a Fábio Maçola, guitarra e vocal da banda Rock'n'Watts, que auxiliou em parte do evento na troca de palco das bandas, ao Matheus Machado, poeta e vocalista da Barco Bêbado, por ser co-responsável do evento e toda a correria para que fosse realizada e 2ª edição do festival. A David Bueno pelo cartaz e ajuda para carregar os equipamentos, além de todo o trabalho de divulgação. A Lucas Selvati, que fotografou todos os shows, a toda galera que esteve presente e que contribuiu para a divulação do rock, além das bandas, que fizeram ótimas apresentações e no caso da Olho de Cadáver e Erga que cederam equipamentos. Temos também que registrar um agradecimento especial a Keps e a Espasmos que vieram da Grande São Paulo para tocar rock no interior.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Exposição Cidades Impressas


Convidamos você, seus amigos e familiares para a abertura da exposição Cidades Impressas. A mostra apresenta trabalhos de 13 artistas e 2 coletivos dos mais representativos na área de Stencil art em diversos países da América.
Na mostra, serão apresentadas as matrizes de cada um dos convidados e fotos onde as mesmas foram pintadas, aproximando o público ao trabalho do estêncil na sua concepção mais crua, também será distribuido o New Pollution Zine Nº3, contendo informações de cada um dos artistas e coletivos. Contamos com sua presença!!

Local: Centro de Convenções Victor Brecheret - Al. Lucas Nogueira Garcez, 511 - Pq. das Águas - Atibaia - SP.

Abertura: Dia 7 de maio de 2010, sexta feira, às 19 h.

Encerramento: Dia 31 de maio de 2010.



Artistas participantes:

Daniel Melim (São Bernardo do Campo)
Chã (SP.)
Celso Gitahy (SP.)
Bete Nóbrega (SP.)
Job Leocádio (SP.)
Hélio Schonmann (SP.)
Bruno Siqueira (SP.)
Murilo Pommer (SP.)
André "Feio" Barbosa (Atibaia)
Matias Picón (Atibaia)
Bruna Dall'ara (Bragança Paulista)
9Polar (Colômbia)
Virginia Sosa (Uruguai)
Run Don't Walk (Argentina)
Stencil Land (Argentina)

Curadoria e concepção do projeto: Matias Picón e Celso Gitahy.

Realização: Secretaria de Cultura e Eventos de Atibaia
.
Secretário de Cultura e Eventos: Edson Antônio Gonçalves.

Secretário adjunto: Vitor Carvalho

terça-feira, 4 de maio de 2010

2º Viva a Independência



No próximo sábado, 8 de maio, o Bar do Celso, localizado no bairro Dr. Pimenta (Cecap), será palco do 2º Viva a Independência, festival de rock independente que estará apresentando quatro bandas, sendo duas de Itatiba, Erga e Olho de Cadáver e duas da Grande São Paulo, Keps (Guarulhos) e Espasmos do Braço Mecânico (São Bernardo do Campo).
O evento desta vez traz duas bandas de fora para que seja realizado um intercâmbio cultural e para que em breve as bandas itatibenses consigam fazer shows em outros municípios, com mais frequência. Assim como aconteceu na primeira edição do festival, as bandas que estarão tocando no "Celso" tem o rock como principal influência, mas são de estilos completamente distintos.
Para ter uma ideia, a Erga, primeira banda a se apresentar, é uma banda de rock alternativo, até com uma leve "pitada" de rock progressivo, pois algumas das canções chegam a passar de oito minutos e há improvisações nas músicas. A banda está há alguns anos na estrada e desde o início investe em canções de autoria própria e vem batalhando seu espaço. Recentemente eles estiveram se apresentando em um festival itinerante em Sorocaba.
A segunda banda a se apresentar será o trio Keps, banda de Guarulhos que tem uma forte influência de rock dos anos 90, principalmente Nirvana. A banda é um trio e já conta com dois EPs lançados e está em estúdio trabalhando em canções para o primeiro álbum. A banda, mesmo com o trabalho a todo vapor, é bem recente, ela foi formada em 2009. E assim que encerrar a apresentação em Itatiba, os caras "caem" na estrada, pois a noite eles tem show em Bauru.
A terceira banda a "invadir" o espaço do Celso's Pub será os itatibenses do Olho de Cadáver. Os caras costumam fazer apresentações incendiárias com seu punk rock, com fortes influências de bandas punks brasileiras do final dos anos 70 e início dos 80, do século passado. A banda atualmente conta com um repertório considerável de músicas próprias que serão executadas ao longo do show, que chama muita atenção, pois eles já se apresentaram em festivais em Jundiaí e São Paulo.
E o encerramento da festa ficará a cargo da Espasmos do Braço Mecânico que faz um rock misturado com punk, metal, grunge, fazendo com que suas canções soem como algo totalmente novo. A banda também foi formada recentemente e já conta com um EP lançado em 2009, com sete faixas, todas de própria autoria. Então galera, é isso! O festival começa as 15h e tem hora para terminar, pois as "famílias itatibenses" gostam de reclamar de som alto.