Mostrando postagens com marcador Resenha de DVDs. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Resenha de DVDs. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Música é paixão em ‘Mesmo se nada der certo’

A música e a paixão são os temas principais deste novo filme dirigido por John Carney, que também foi responsável pela direção da ótima película “Apenas uma vez”. Em “Mesmo se nada der certo”, o diretor vai mais a fundo nos temas citados e quando tudo está prestes a desmoronar, a música assume a direção da vida das pessoas e as levam para caminhos jamais imaginados.
O novo longa de Carney mostra a vida de um produtor, sócio em uma gravadora, que está em “queda livre”. O excesso de álcool, a separação da mulher e filha pesam, seu sócio o põe para correr e quando a impressão de que ele vai suicidar-se, uma música, em um bar noturno faz com que o caminho do produtor, muito bem interpretado por Mark Ruffalo, encontre Gretta, interpretada por Keira Knightley.
Enquanto a “cantora” exibia-se no melhor estilo folk, somente voz e violão, a personagem de Ruffalo ouvia bateria, violinos, guitarra, entre outros instrumentos e sentiu o cheiro do sucesso. Mas o longa não mostra somente o lado bom, exibe também os conflitos humanos, demasiado humano, entre outras questões. A convivência da filha com o pai que é um fracasso, um casamento desmoronado, uma namorada que é trocada por outra mulher entre outras obras do acaso.



A relação de pessoas ditas “perdedoras” se entrelaça pelo amor e dedicação a música. Quando tudo parece que dará errado, o inexplicável ocorre e a música salva as pessoas e dão a elas mais uma oportunidade para tentarem dias melhores. “Mesmo se nada der certo” tem músicas que vão do folk ao pop sem ser clichê e está muito longe de um longa banal.
Com ótimas canções, o filme nos faz refletir sobre nós mesmos e a maneira como lidamos com os problemas, mas o mais importante, segundo a mensagem do filme é: “Mesmo se nada der certo”, há sempre uma nova chance. Filme altamente recomendável, principalmente para quem ama boas canções.  

domingo, 21 de julho de 2013

De volta ao passado

Ao ver o recém lançado DVD 'Vinil ao vivo', com a banda Kid Vinil Xperience, o telespectador viaja no tempo e volta para o final dos anos 70, começo dos anos 80 do século passado, época em que o punk rock aparecia para o mundo.
                O referido DVD traz um show da atual banda de Kid Vinil, jornalista, radialista, crítico musical entre outras funções no mundo pop. Entre as músicas clássicas da época de sua banda mais famosa, Magazine, Kid relata um pouco de sua história e também de cada música que executa, como a maneira que foi composta, os compositores entre algumas outras curiosidades.
                O show foi gravado em Novo Horizonte, interior do Estado de São Paulo e entre os clássicos da Magazine, Kid relembra "nonsense total", da segunda formação de sua banda, no início deste século e também um grande clássico do rock nacional dos anos 80, "surfista calhorda", dos gaúchos Replicantes.

                Com boa qualidade de áudio e também visual, o DVD nos remete para tempos passados, pois a história do rock é muito rica e Kid, que sempre esteve envolvido com a cena roqueira, sabe mais do que ninguém fazer relatos históricos. Um DVD que vale muito a pena ser assistido.  

sábado, 22 de setembro de 2012

De marginais a ídolos


Vida Sobre Rodas - tudo sobre a história do skate no Brasil - documentário - 108 minutos

Os que antes eram considerados marginais em uma época distante, atualmente são ídolos e tratados com o devido respeito de esportistas. Só quem praticava skate no século passado sabe o quanto foram alvos de preconceitos. Mas o tempo passou e após muitas dificuldades, o skatista passa a ter valor, ainda um tanto quanto aquém do que merece, mas muito melhor do que há cerca de 20, 25 anos.

E para saber mais sobre a história do skate no Brasil, o amante do esporte pode conferir o documentário "Vida Sobre Rodas" de Daniel Baccaro. O vídeo mostra o início do esporte no país do futebol. Os poucos lugares para prática do skate, os primeiros heróis da modalidade, o estilo de vida de cada, as dificuldades a serem superadas entre outros.

Além de retratar os skatistas brasileiros, o filme mostra momentos importantes da política e da economia brasileira e o quanto influenciaram, seja para bem ou para o mal, no futuro do esporte. O vídeo mostra imagens raras e vários conflitos ideológicos entre governantes e skatistas.

Outro ponto positivo da película é referente aos depoimentos, não só dos principais skatistas brazucas, como Bob Burnquist, Sandro Dias, Lincoln Ueda, Sérgio Negão e Cristiano Mateus, como também relatos dos principais nomes internacionais como Tony Hawk e Christian Hosoi.

Assim como o documentário “Botinada, a origem do punk no Brasil", "Vida Sobre Rodas" também é um relato importante do underground nacional, feito com pessoas que viveram e fizeram a história do esporte. Mas ele não é indicado somente para os skatistas, mas para todas as pessoas que se interessam por esportes radicais, história e lições de vida.

Segue trailer sobre o filme:


sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Os 'brutos' também amam


O título refere-se ao estilo de Jara (Horacio Camandulle), personagem principal do filme uruguaio "Gigante", de 2009, que recebeu vários prêmios em mostras de cinema pelo mundo afora. Jara é um segurança de supermercado que trabalha no período noturno no setor de monitoramento por câmeras. Ele é o tipo de cara que está completamente fora dos padrões de beleza ditados pela grande mídia. Este é outro segredo para este filme que não fica preso aos padrões estéticos ditados pelo cinema estadunidense.
Jara é grande, obeso, ouve rock "pesado" e está sempre com camisetas de bandas como Biohazard e Motorhead. Ele é o cara que ouve música o tempo todo. Quando não curti um som, joga vídeo game com o sobrinho ou tira um cochilo no sofá.
Um dos grandes trunfos deste filme é que ele mostra pessoas simples, com jeito simples de viver. Jara é um guarda e através de seu trabalho apaixona-se, de maneira platônica, por uma faxineira que ele vive a observar pelas câmeras espalhadas pelo supermercado. Assim como muitos homens, o fortão tem dificuldades em conversar com a garota e na maior parte da película fica apenas a observar a amada. Mesmo no momento em que está de folga, Jara não deixa a garota sumir de suas vistas. Ele a persegue pelas ruas de Montevideo, em lan houses, lojas, praia e outros locais.
O filme tem locações modestas que encaixam perfeitamente com seus personagens. Mesmo com pouco diálogo, as expressões dos artistas prendem a atenção do telespectador. Sobre a trilha sonora, o amante de música pesada irá curtir, pois em vários momentos há citações de bandas e rola um som de fundo.
Para encerrar, o filme surpreende pelas questões humanas que atravessam fronteiras, os problemas sentimentais. Esta película é uma grata surpresa do cinema uruguaio, que produz poucos filmes, mas quando produz, busca estórias em dramas pessoais e demonstram isso sem o peso melancólico de outros cinemas por aí. Vale a pena você dar uma conferida.




terça-feira, 22 de maio de 2012

'A solidão das pessoas nessas capitais '


O título refere-se a música do cantor e compositor Belchior, mas ela define o que é o filme argentino "Medianeras - Buenos Aires na era do amor virtual". Apesar de ter amor no título, o filme de Gustavo Taretto está longe de ser romance água com açúcar como muitos longas acabam sendo. Medianeras reflete a solidão das pessoas não apenas nas capitais, mas em qualquer lugar, seja Buenos Aires, São Paulo, Londres, Itatiba, sempre há solidão, pois como dizia Kurt Cobain "...completamente sozinhos, é tudo que todos nós somos..."
A película argentina retrata duas personagens complexas. O homem é um craque da computação que sofre de fobia, depressão e que para sobreviver desenvolve sites. A mulher é arquiteta, nunca atuou na área, e trabalha em uma loja como vitrinista. Em comum, as personagens sofrem por causa do amor. O amor que depois de anos de dedição não rendeu frutos, apenas decepções, separação e um "zilhão" de questionamentos.
Em seu início, o filme apresenta várias imagens de prédios de Buenos Aires e essas imagens que sempre voltam durante o passar do tempo, faz uma analogia da cidade com a vida moderna, com os cidadãos. Um começo diferente, mas que mexe com a imaginação e faz com o que o telespectador comece a se questionar sobre seus atos. A estória não mostra pessoas felizes, longe disso. Trata de pessoas que sofrem, que são frustradas, depressivas, solitárias, pessoas com muitos medos, que tomam remédios controlados. Pessoas que não conversam com ninguém, que não se encontram. Pessoas que sentem a angústia e a revolta muito vivas em suas almas.
As personagens são solitárias, vivem em apartamentos cheios de bagunça. O pouco de relacionamento ocorre através de sites de relacionamentos e que acabam como relacionamentos superficiais que não passam de uma noite e que contribuem para que elas sintam-se ainda mais solitárias.
A trilha sonora passa por músicas clássicas, trilhas básicas de fundo e uma canção folk. No ritmo corrido da vida moderna, a estória retrata o vazio, a superficialidade. Pessoas que são vizinhas, que se encontram na rua e não se cumprimentam, pois não se conhecem pessoalmente. Pessoas que conversam apenas pela internet e que veem o tempo passar por suas janelas, assim como são os personagens de Franz Kafka. A cidade de fundo, a desorganização, o caos.
Entre uma música que toca no rádio e as estações do ano que passam, o filme chega a um final surpreendente. Com bela atuação de Pilar Lopez e Javier Drolas, "Medianeras" merece ser visto mais de uma vez, pois é complexo, denso, questionador com muita complexidade em suas entrelinhas.

terça-feira, 13 de março de 2012

Uma outra história estadunidense


Ideal Records - documentário - 100 minutos

                Quando e onde ele nasceu não é possível afirmar com toda certeza, mas os punks sabem que entre o final da década de 70 e início dos anos 80, do século XX, o punk rock conhecia uma de suas vertentes mais extremas, o hardcore.
                Músicas mais rápidas e guitarras com mais distorção, bateristas que tocavam com uma pegada jamais imaginada, um público ainda mais insano e letras ainda mais diretas contra o sistema político da época e também em contestação ao estilo de vida, principalmente nos Estados Unidos.
                Tudo o que rolou nos seis primeiros anos deste estilo, entre a ascenção, queda e renascimento, está praticamente nesse documentário "American Hardcore - A história do punk rock americano 1980 - 1986". O filme de Paul Rachman, escrito por Steven Blush, inspirado no livro "American Hardcore - A Tribal History", vai diretamente ao ponto em entrevistas/declarações dos principais nomes da história deste estilo que 30 anos depois continua mais vivo que nunca.
                Entre entrevistas com músicos, fãs, zineiros e outras pessoas envolvidas com o estilo, o filme dá uma geral em tudo o que rolou em uma das épocas mais violentas e também mais criativa do rock. Se você busca conhecimento e quer conhecer mais sobre o punk e o hardcore, o DVD pode ajudá-lo, pois nada melhor do que a história ser contada, por quem fez história. 

sábado, 31 de julho de 2010

Mais que um documentário, uma lição de vida


Capa do DVD "Breaking Brazilian Bones in Europe" que já está disponível para venda

Já está disponível em DVD para todos os fãs de rock pauleira do mundo, o mais novo lançamento da Laja Records, o documentário "Breaking Brazilian Bones in Europe" tour 2007. Mais que um simples documentário sobre a viagem de duas bandas, de rock, brasileiras à Europa, o filme é uma lição de vida àqueles que tem uma banda, ou pretendem ter uma, pois ali está relatado quase tudo o que rola em uma turnê de rock independente.
Inicialmente a turnê estava prevista para acontecer em 30 dias, entre outubro e novembro de 2007, mas devido a um acidente automobilístico, a viagem foi interrompida. Detalhes desta turnê sensacional pode ser conferida no livro do guitarrista e vocalista da Leptospirose, Quique Brown. Em 2008 ele lançou "Guitarra e Ossos Quebrados", com histórias das viagens, shows e muitas fotos dos locais visitados pelas bandas. O documentário recém lançado vem para completar este relato, com imagens que hora chegam a ser engraçadíssimas e em outros, um tanto tristes, devido ao estado de saúde que alguns músicos ficaram devido ao acidente.
Além de imagens e locais bonitos, o vídeo apresenta vários momentos das bandas nos palcos gringos, principalmente Alemanha e Holanda. Há várias cenas da banda Merda assim como da Leptospirose, além de uma banda da Indonésia e um papo com o "Homem Horrível", que ficou conhecido nos marcadores de páginas do livro de Quique Brown.
O documentário realizado por Binho Miranda e Rogério Japonês é uma jóia rara, pois capta a essência de cada integrante, seja nos palcos, nos bastidores, vendendo mercadorias antes e depois dos shows em barraquinhas recheadas de CD's, camisetas e outros materiais de divulgação. Nós concordamos com Rodrigo Lima, da banda Dead Fish que escreveu a sinópse do filme no encarte. Em um dos trechos ele cita: "... Este documentário é uma lição para quem quer ser roqueiro e acha que não vai se foder por aí. E outra para quem ama tocar: conhecer o desconhecido, viver sem concessões e se jogar no mercado do rock independente mundial". Antes de finalizar, deixo uma dica: leia o livro e veja o filme, não necessariamente nesta ordem.

domingo, 4 de abril de 2010

500 dias com ela


Por Vinicius França

Rock, mundo pop, amor, comédia, drama, pessoas de carne e osso. Se você se identifica com todas essas coisas não pode perder 500 dias com ela, um ótimo filme que infelizmente passou em poucos cinemas do Brasil.
A história gira em torno do romance de Summer e Tom, um casal fissurado por rock e cheio de complicações. “Mais uma comédia romântica?”, pode pensar o leitor. Sim, é uma comédia romântica, mas que não repete os imensos clichês do gênero. E isso fica claro, por exemplo, no fato do filme não ser linear, ou seja, ele vai e volta no tempo, percorrendo os 500 dias citados no título. Enfim, quer assistir um bom filme e de tabela ouvir uma ótima trilha sonora? 500 dias com ela é a pedida perfeita!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Botinada



Gravadora: ST2 Music

Um DVD idealizado e produzido por Gastão Moreira, ex-VJ da MTV, ex-apresentador do Musikaos, contando toda a história do punk em terra tupiniquim, só poderia resultar em um dos melhores documentários já produzidos por aqui. O vídeo apresenta a história contada pelas pessoas que fizeram parte dela.
Neste DVD é possível conhecer como e onde começou o movimento punk no Brasil. Todos os principais nomes do estilo estão dando opiniões, contando histórias, aparecendo em fotos, trechos de shows. Ele mostra como a juventude dos anos 70 era foda, em plena ditatura militar eles ousaram no visual, na atitude e principalmente na música. Do início do movimento punk até hoje, se vão 30 anos, ou um pouco mais, e muitas das bandas que começaram o movimento, estão na ativa até hoje, casos de Cólera, Inocentes, que antes disso o Clemente tocou no NAI (Nós Acorrentados no Inferno) e Condutores de Cádaver, Ratos de Porão, Restos de Nada, Olho Seco entre outras.
Independente de seu estilo preferido, um relato desse merece ser apreciado, pois além de contar a história do punk, ele conta sem nenhuma censura, como funcionava a mídia brasileira nos duros tempos militares, como eles viam os jovens punk's, as brigas entre as gangues. Algo que é muito legal, é que além do DVD, junto vem uma coletânea em CD com várias músicas que rolaram durante o filme. (IG)

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Não Estou Lá (As muitas vidas de Bob Dylan)


Ano: 2008


Europa Filmes


Como comentar um filme sobre Bob Dylan, em que o personagem principal não está lá? Todd Haynes escalou um time de primeira para representar as várias fases de um dos maiores mitos do rock. Neste filme há a representação de um Dylan poético, famoso, marginal, louco, tudo aquilo que ele foi e é.

Os destaques ficam para as interpretações de Heth Ledger, Richard Gere e Cate Blanchett, indicada ao Oscar 2008 de melhor atriz coadjuvante. Cate sem dúvida foi um show a parte, pois nas primeiras cenas em que ela aparece, dá impressão de ser o próprio Dylan.

É difícil falar do filme em si, pois ele é uma mistura das várias fases de Dylan - inclusive um garoto interpreta uma dessas fases do mestre do Folk - e as coisas acontecem quase todas ao mesmo ao tempo. Por isso, quem gosta de Dylan tem que assistir ao filme para tirar suas conclusões. Na minha modesta opinião, ele é muito bom. E o que dizer da trilha sonora? Simplesmente maravilhosa, pois as músicas são as originais de Bob Dylan. Somente em algumas passagens, os atores interpretam clássicos da carreira deste velho maluco e poeta inquieto. (IG)

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Quase Famosos



O jornalista Camerom Crowe lançou este filme - meio ficção, meio autobiográfico - em 2000. Nele é narrada a história do adolescente Willian Miller, que na real é a história do próprio Crowe. Miller é um garoto apaixonado por rock'n'roll que quer começar a escrever para a revista Creem Magazine de seu ídolo Laster Bangs.

O garoto começa a freqüentar shows, escrever diversos artigos e a partir desse momento sua vida muda completamente. Após algumas colunas publicadas na revista de Bangs, ele recebe o convite da Rolling Stone para escrever sobre sua banda favorita Stillwater (banda fictícia).

A história começa a se desenrolar por esse caminho, mostrando como era feito o rock'n'roll no início dos anos 70. O filme é baseado em fatos reais e possui uma trilha sonora arrasadora, com nomes como The Who, Led Zeppelin, Allman Brothers, The Seeds. Como diz um trocadilho por aí: veja a trilha sonora e ouça o filme. (IG)


Nirvana - Unplugged in New York



Até que enfim relançaram o unplugged MTV Nirvana em DVD. Demorou, mas valeu a pena. Além de ter a gravação na íntegra do show, o DVD conta com cinco músicas extras, que foram filmadas durante a passagem de som.

Além do show e das canções bônus, o DVD ainda traz comentários de diversas pessoas que trabalharam no dia da gravação relatando as impressões de que aquele momento seria eterno, pois o "rei estava nu". Os caras gravaram tudo de primeira, não precisou ficar repetindo tomadas.

Se você conhece e curte Nirvana, com certeza já tem essa pérola. Agora, se você está conhecendo a banda neste momento, corra para a loja mais próxima de sua casa e não desgrude os olhos da TV. (IG)

Hype




Este com certeza é o documentário essencial para quem está a fim de entender o que rolou em Seatle, Estados Unidos durante o final da década de 80 e início dos anos 90.

Jack Endino, lendário produtor de Bleach, primeiro disco do Nirvana, fala sobre o movimento que foi apelidado de Grunge, a música e as influências de cada banda e como foi gravar a maior parte delas, além de entrevistas com os donos da Sub Pop, sem dúvida um dos selos mais importantes da história (graças a este selo foi possível conhecermos as principais bandas desta época).

Além de entrevistas com produtores, executivos e fotógrafos, o vídeo mostra bandas obscuras do local, que devido ao sucesso de alguns grupos como o Pearl Jam, Alice in Chains e Nirvana, foram ofuscadas. Só para citar duas bandas que mereciam mais atenção: Screaming Trees e Mudhoney (essa última com certeza é a patriarca das outras crias que apareceram no início-meio do filme). Quer entender um pouco a história do rock? Assista a este DVD. (IG)